Biógrafo americano revela que Leonardo Da Vinci era gay, ateu, vegetariano e defensor dos animais

março 10, 2019 Off Por O Martelo de Nietzsche

O renomado e premiado biógrafo americano Walter Isaacson, debruçou-se em seu novo livro, sobre um dos pensadores mais importantes de todos os tempos: Leonardo Da Vinci. Isaacson é conhecido por pesquisar a fundo a vida de cada personagem que decide transformar em um livro.

Para construir as mais de 500 páginas do livro Leonardo da Vinci,  Isaacson – que já foi presidente de TV norte-americana CNN e editor da revista Time, faz um trabalho intenso– Além de muita pesquisa e dedicação diária sobre tudo o que se sabe sobre a vida de Da Vinci,  Walter analisou 30 diários do gênio italiano, com mais de 7.200 páginas ao total.

Sem dúvida, as novidades que ele traz em sua nova biografia, podem mudar muita coisa do que supomos saber sobre uma das mais importantes personalidades de todos os tempos.

Capa oficial do livro Leonardo Da Vinci lançado no Brasil

A novidade que muitas pessoas não sabiam é: “o maior gênio da história era filho ilegítimo, gay, vegetariano, canhoto, muito disperso e, às vezes, herético”, afirma Walter, resumindo as descobertas que sua biografia traz à tona sobre o autor do quadro Mona Lisa, que viveu entre os anos de 1452 e 1519.

 De acordo com o autor, Da Vinci nunca teve vergonha de sua sexualidade, e se afirmava gay sem problema para amigos mais confiáveis – tendo sido por duas vezes denunciado por sodomia e perversão sexual, e por esse motivo  quase foi preso.
O livro também afirma que Da Vinci mantinha práticas heréticas, e que muito provavelmente era ateu. Walter Isaacson também fez recentes biografias de Steve Jobs e Einstein. É um livro com revelações nunca feita antes.
Da Vinci, o maior gênio da história,  mudou o mundo em muito mais coisas além de suas criações – sua maneira de viver também apontavam para um futuro melhor, e mais livre.

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Por: O Martelo de Nietzsche